Mercado

3 lições que as empresas podem aprender com Tinder

Com tantas marcas disputando atenção, saiba como estabelecer uma conexão real

Silvia Bassi

“Mãos suadas, respiração ofegante, boca seca, pulso acelerado. É assim, fisicamente, que as pessoas reagem quando veem um novo modelo de iPhone. Ou como eu reajo quando vejo um par de Loubutins vermelhos”. “A verdade é que somos tão atraídos por marcas quanto somos por pessoas”, diz a australiana Sarah Willersdorf, especialista em branding e diretora do escritório de Nova Iorque do The Boston Consulting Group (BCG).

 

Portanto, segundo ela, para ter sucesso com seus produtos junto aos consumidores Millennials, as marcas podem aprender — e aplicar — três valiosas lições de marketing observando os online daters — usuários de aplicativos de relacionamento, como o Tinder, por exemplo. “Marcas também podem ativar seus feromônios, hormônios de atração, para ganhar seus consumidores”, diz Sarah durante um TED Talk promovido pelo TED Institute no BCG.

 

Como líder global das verticais de Luxo, Moda e Beleza do BCG há 13 anos, ela sabe o que está falando, já que trabalha orientando CEOs e times corporativos a desenvolver seus negócios pensando na transformação de marcas, estratégias de marketing e otimização do meio digital. E como angel investor da Hawthorne — startup que cria e comercializa produtos de cuidado pessoal e beleza para homens, personalizados para cada cliente com o uso de algoritmos que garantem 95% de precisão — Sarah sabe o valor do uso de dados para entender o comportamento das audiências e garantir o sucesso de uma marca ou produto.

 

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