Prepare-se para as ameaças da Inteligência Artificial

Entenda como ficam os padrões éticos, regras e leis que guiarão as empresas

Patricia Peck

03/04/2019

O nascimento da terminologia Inteligência Artificial (ou Artificial Intelligence) data da década de 50, quando a capacidade de processamento e armazenamento ainda eram insuficientes para colocar o conceito em prática de forma ampla. Com isso, a AI se manteve adormecida por cerca de 20 anos, até que começou a ganhar força no mundo todo. Nesse capítulo da coluna Legal Innovation, Patricia Peck resgata todo o histórico da AI no mundo e aborda tudo que deve ser pensado, hoje, antes mesmo de criar um projeto deste tipo.

 

Tudo que é desenvolvido com base em AI gera autossuficiência, criando máquinas com capacidade de aprender sozinhas. Porém, um dos perigos está no fato de os programadores não conseguirem esgotar todas as possibilidades, o que pode deixar as empresas suscetíveis a diversos tipos de vulnerabilidades. Neste cenário, quais cuidados devem ser tomados? Como ficam os padrões éticos, regras e leis necessárias para guiar a atuação das empresas? Saiba mais no vídeo:

 

 

A corrida da robótica já começou e, nessa competição, quem ditar o padrão regulatório pode levar a melhor. Mas, como ficam os contratos? Quais são as responsabilidades dos desenvolvedores, das empresas contratantes e até do comprador de um produto ou serviço que envolve AI? Quais são as responsabilidades jurídicas de cada um? Entenda melhor este cenário complexo no segundo vídeo sobre Inteligência Artificial:

 

 

Para se aprofundar no assunto, acompanhe, em breve, no próximo capítulo da coluna Legal Innovation, os novos vídeos sobre Inteligência Artificial, que abordarão a necessidade da diversidade no desenvolvimento, treinamento e testes dos algoritmos para que os padrões não se tornem preconceituosos. Em breve no IT Trends.