Cybersegurança

Vai “vigiar” seus clientes? Assista a este vídeo antes

Reconhecimento facial pode trazer benefícios ao negócio, mas é preciso seguir as regras

Tempo de leitura: 10 minutos

Patricia Peck

Com o aumento da criminalidade e o barateamento dos equipamentos, muitos empreendedores, mesmo que pequenos, começaram a pensar na segurança do patrimônio e das pessoas e passaram utilizar câmeras de monitoramento em seus estabelecimentos. Se este é o seu caso, saiba que há algumas regras que precisam ser seguidas.  A complexidade aumenta quando, além da captação da imagem, há também o reconhecimento facial do cidadão. “Se você está lidando com o público, o consumidor, a empresa está sujeita a cometer infrações e receber multas”, alerta a especialista Patricia Peck, em mais um vídeo da coluna Legal Innovation.

 

Atualmente já é possível instituir o uso de câmeras e reconhecimento facial para entender mais sobre o comportamento do usuário no comércio, por exemplo. Em qual tipo de produto ele está mais interessado? Ele está feliz e satisfeito durante as compras? Estes questionamentos que podem virar insights para a estratégia do negócio podem ser respondidos com o uso da tecnologia. Porém, o recurso de reconhecimento facial nunca deve ser usado de maneira que viole os direitos do indivíduo, incluindo o direito à privacidade. Entenda no vídeo como equilibrar os interesses do negócio com as regras e direitos do consumidor para não ser penalizado:

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